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Operação Pandora

Operação da PCPR de Marechal prende sete pessoas envolvidas no tráfico e homicídios do 'tribunal do crime'

As prisões aconteceram durante a Operação Pandora deflagrada na manhã desta quinta-feira (16).

16/01/2025 18h04Atualizado há 2 anos
Por: Conecta Oeste

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu sete pessoas por envolvimento em uma organização criminosa ligada a homicídios, tráfico de drogas e outros crimes violentos. As prisões aconteceram durante a Operação Pandora deflagrada na manhã desta quinta-feira (16). 
Dois dos alvos da operação estão foragidos. A PCPR segue em diligências a fim de localizá-los.

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O nome “Pandora” foi escolhido para simbolizar a abertura da caixa de segredos e crimes que essa facção mantinha oculta. Assim como na mitologia, onde a caixa continha os males do mundo, nossa operação visa expor e enfrentar as ameaças que essa organização impõe à comunidade.

Dos presos, dois foram localizados em Marechal Cândido Rondon, um em Foz do Iguaçu, considerado o líder do grupo, e um em Guaratuba. Outros três já estavam no sistema penitenciário por outros crimes. Em Foz do Iguaçu, a Polícia Militar prestou apoio nas ações, enquanto que em Guaratuba os policiais civis que atuam no Verão Maior Paraná deram cumprimento ao mandado.

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Os 50 policiais envolvidos na ação também deram cumprimento a oito ordens judiciais de buscas que resultaram na apreensão de uma arma de fogo, 15 gramas de cocaína dividida em várias porções, celulares e um circuito de vídeo monitoramento. Os mandados foram cumpridos em Marechal Cândido Rondon, Toledo, Foz do Iguaçu e Guaratuba.

A operação é resultado de seis meses de investigações que iniciaram após três homicídios ocorridos em Marechal Cândido Rondon, em julho de 2024. Os corpos foram encontrados em três dias consecutivos.
A delegada da PCPR Yasmin Espicalsky explica que, durante este período, a investigação conseguiu identificar que os crimes estavam relacionados a uma mesma organização criminosa. O primeiro deles foi o de uma mulher, usuária de drogas. Ela teria sido morta por um casal que era membro do grupo, durante um suposto ritual satânico.

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“Posteriormente, o casal também foi morto após ter sido julgado por um 'tribunal do crime'. O homem, por exemplo, foi encontrado sem os olhos, um ato de violência que serve como estratégia de intimidação. Os detalhes revelam a brutalidade dessa organização”, disse a delegada. 

 

 

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